capa_talvez_ate_nunca_maisSobre a Obra:

TALVEZ ATÉ NUNCA MAIS – Poder-se-ia dizer que o presente texto ficcional trata- se da crônica romanceada de seis vidas extremamente solitárias. Vidas que se confundem co tantas outras anônimas.
Uma Crônica onde se instala a bela sincronia das palavras e a força interior das personagens.
O texto é essencialmente narrativo e os diálogos entre as personagens desta ficção são ínfimos, ratificando- se aí o estado de solidão de todos os protagonistas que fazem parte integrante do talvez até nunca mais…
O autor teve tal propósito.
O narrador revela a morte de Valente no capítulo inicial da primeira parte do livro, e ao depois conta as suas peripécias anteriores nos capítulos subseqüentes. São paginas  fortes e líricas ao mesmo tempo, onde o personagem Valente vivencia sua solidão e o descrédito da sociedade em que se vive, acreditando, porém, no poder energético das palavras.
Na segunda parte narra- se o drama de Francisca e dos filhos Eduardo, Ângelo, Gabriel e Alice.
Cada uma das personagens completa o texto mostrando o lado cruel da indiferença e da solidão em que vive cada membro da família, como se eles não existissem ao mundo externo.
Cada um, entretanto, encontra seu caminho. E isso os apazigua!
É um livro denso e talvez triste, mas que faz todos pensarem e tentarem compreender o mundo em vivemos.
O leitor ao terminar o livro – se lê- lo a um só fôlego – ouvirá um zumbido estranho pelo impacto da linguagem e pela mágica da história engendrada pelo autor, que, se de um lado, enternece, de outro, entristece.

Sobre o Autor:

Luiz Ilasan iniciou a sua atividade literária em 1997 com a publicação do livro de poemas Gritos da alma, seguido de Beijo da Noite (2007). Em 2009 publicou o livro de memórias Legados de sonhos, e em 2010, o livro de poemas Baú dos Loucos Poemas. Neste mesmo ano estreou o seu primeiro livro de romance. O vôo da borboleta, e em 2011 publicou Laços de sangue. Ele se formou em direito pela PUC/ Campinas, em 1980.

Talvez até nunca mais