Eutanásia um direito a priori cópiaSobre a Obra:

A morte é a última etapa da vida. Considerando que, um dia, todos vão morrer, parece instintiva e racional a concepção de que essa “última etapa da vida” ocorra sem dor ou sofrimento inúteis.
A Medicina contemporânea disponibiliza recursos farmacológicos capazes de viabilizar eficazmente a interrupção de sensações dolorosas e a redução do nível de consciência dos pacientes, mitigando suplícios e angústias.
Eutanásia deve ser entendida em sua acepção etimológica: “boa morte”, e não, simplesmente, como a deliberada interrupção da vida de alguém.
Nesse sentido, é inevitável a conclusão de que, tal como a dignidade humana, a eutanásia deve ser, para todos, um direito a priori.
Cabe, portanto, a indagação: qual é a lógica presente na ilicitude da eutanásia?

Sobre o Autor:

Médica com título de especialista em Neurologia, Medicina Intensiva e Clínica Médica.
Há mais de quinze anos exerce atividades profissionais em consultório particular e na Unidade de Terapia Intensiva de Neurotrauma de um hospital público, em Brasília.
É, também, advogada e mestranda em Direito Constitucional, com especial interesse em temas de Direitos Fundamentais e Bioética.

Eutanásia, Um Direito A Priori