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Sobre a Obra:

E você, vai morrer do que? – Qual a diferença entre a morte natural e a morte violenta?
O que a educação e nossas autoridades políticas tem a ver com isso?
O que seu instrutor de auto escola tem a ver com isso, mesmo depois de tanto tempo?
O que a noite tem a ver com a morte?

Em alguns momentos subvalorizamos a vida, ignoramos a sua fragilidade e nos expomos demais. Isso acontece, por exemplo, quando nos julgamos inatingíveis e assumimos o risco desnecessário de dirigir após ter ingerido bebida alcoólica; ou quando revidamos com um gesto obsceno alguma agressão sofrida no trânsito; ou quando deixamos de procurar um médico depois de um desmaio repentino, ou de uma forte dor em alguma parte do corpo, nunca antes acontecida.
Vale lembrar que nosso ciclo de vida é interrompido ou pela morte natural ou pela morte violenta.
Dos 112.245 jovens e adultos mortos em 2010, na faixa dos 20 aos 39 anos, quase metade (47%) teve como causa os homicídios e os acidentes de transporte – ambos tratados como mortes violentas. Isso significa uma abreviação brutal da vida para esse enorme grupo de pessoas, às vezes familiares, amigos ou colegas de trabalho.
Nos quase 870.000 adultos mortos em 2010, todos com 40 anos ou mais, 68,1% deles foram acometidos por doenças no aparelho circulatório, ou no aparelho respiratório, ou pelo câncer – os três casos tratados como mortes naturais.
Ok! Mas até onde nossas atitudes influenciam na probabilidade de continuarmos vivos?
É este o objetivo do livro: através de novos conhecimentos fazê-los refletir sobre o assunto e levá-los a repensar algumas atitudes. Isso, muito provavelmente, irá poupar você, sua família e toda a nossa sociedade de danos irreparáveis causados pelas mortes prematuras.
Boa leitura!

Sobre o Autor:

Marcos R. Oriqui é formado em Engenharia Química, com pós-graduação em Administração de Empresas, em “Trânsito: Mobilidade e Segurança” e em Marketing. Iniciou sua jornada em segurança no trânsito em 1991, quando foi escolhido como responsável por este assunto em seu grupo de trabalho no Centro de Pesquisas da Dow Química. Em 1994 desligou-se da empresa para estudar e aperfeiçoar-se na área de Educação e Segurança no Trânsito, mas voltada aos condutores com alta exposição aos riscos (grandes quilometragens médias mensais). Desde então vem pesquisando, desenvolvendo material didático, ministrando treinamentos e administrando a AMP Consultoria, empresa especializada na implantação e manutenção de programas de gestão de riscos no trânsito.  Nestes quase 20 anos de trabalho, a empresa está próxima da marca de 1800 cursos ministrados, sendo ele responsável por 45% deste total.

E você, vai morrer do que?