capa_diario_quase_morteSobre a Obra:

DIÁRIO DE UMA QUASE MORTE – A dor que sai no jornal.
Quem passou por um infarto gravíssimo e entrou numa sala de cirurgia com 70% de chances de morrer, e, mesmo depois da cirurgia, a equipe médica não apostar muito no sucesso do procedimento, com certeza, viveu uma experiência de quase morte, sobrevivendo à míngua dos 30% restantes de êxito. Esse é o caso do jornalista e escritor acreano Antonio Stélio, que se considera um sobrevivente. Existem hoje em dia alguns estudos realizados entre sobreviventes de paradas cardíacas, e que se encontram à disposição nos hospitais, em que se observou o fenômeno conhecido como experiência de quase morte (que ocorre em cerca de 11% dos pacientes). Antonio Stélio nos conta aqui sua experiência de um quase condenado ao insucesso cirúrgico. O leitor, no entanto, não espere aqui um tipo de narração metafísica, ou descrições como aquelas de visão de túnel, comunão com Deus, saída de corpo ou alucinações. Nada disso. Paralisado, sem saber se vivo estava, porque a morte era o resultado normal de seu estado, o autor relata, com um bom humor impecável, a sua experiência do antes e do depois de sua quase morte desde o processo do infarto na redação de um jornal acreano até a UTI e a recuperação no Incor, em são Paulo. O leitor terá um quadro descrito de um enfrentamento de quem não espera nenhum mundo além deste aqui. Tudo recheado com comentários e correnpondências. Este livro é apenas, para o autor, um texto em que deseja passar a sua experiência para os demais que vivem sob o mesmo risco, e que possam enfrentar o mesmo tipo de problema, já que é grande a incidência dos infartos no Brasil e no mundo, e que possa ser de alguma ajuda.
Palavra de safenado.

Diário de Uma Quase Morte