capa_cronicas_de_uma_cidadeSobre a Obra:

CRÔNICA DE UMA CIDADE REBELADA – No dia 28 de fevereiro de 1930, com o rompimento político-partidário oficializado entre João Pessoa Cavalcante de Albuquerque e José Pereira Lima, os revoltosos partem para Teixeira, próximo à Princesa, em defesa de seus aliados que, às vésperas das eleições de 1º de março, foram surpreendidos pela Polícia Paraibana, comandada pelo tenente Ascendino Feitosa, que já entrou na cidade atirando, causando um cerrado tiroteio com os homens de Duarte Dantas. A invasão da Polícia à cidade de Teixeira tinha por objetivo coagir os ânimos dos partidários adversos à causa Aliancista, e que discordavam de sua orientação política. Aliado ao clã dos Dantas, os “libertadores” de Princesa, comandados pelo destemido coronel José Pereira, tornaram-se num grande exército particular, e foi travada uma grande luta sangrenta contra o Estado que durou meses, onde Princesa, sob a força das armas e sublevada ao poder instituído, urgiu proclamar sua independência, criando o “Território Livre”, numa história lendária, jamais vista, e que ainda hoje permeia a memória popular.

Sobre o Autor:

Francisco de Assis Rodrigues é paraibano de Princesa Isabel, mas reside em Brasília desde 1974. Como poeta, publicou em 1981, O Epílogo. Em 1997, Grão Vivo. Em 1992, Fabiano não matou Baleia, Contos. Em 1997, Seios Belos da Tarde, Contos e, em 2010 o romance Cartilha da Memória pela editora Biblioteca 24 horas. Participou das seguintes Antologias: Poetas Brasileiros de Hoje; Literatura Brasileira; Escritores Brasileiros de Hoje; A Nova Poesia Brasileira e Antologia de Poetas de Brasília. Foi Primeiro lugar no Concurso de Monografias, promovido pela Assessoria de Comunicação Social, com Codeplan, História e Importância em seus 25 Anos, que foi editado e publicado.

Crônica de uma Cidade Rebelada