capa_bem_vindo_a_bordoSobre a Obra:

BEM VINDO A BORDO – Apesar do “pavor” de altura, Mario Vivarini resolveu voar. Durante sete anos, se dedicou à profissão de Comissário de Bordo e acumulou histórias únicas sobre esses privilegiados que passam parte de suas vidas acima das nuvens. Desde 2005 ele escreve histórias e, cada vez mais apaixonado pelos livros, em 2011 decidiu realizar o sonho de se tornar escritor. Conseguiu. Em “Bem-Vindo a Bordo” Mario Vivarini conta histórias reais sobre o período em que voou na Varig, colocando também uma pitada de ficção com os capítulos: “Essa é a ‘SUA’ História”, ou seja, a do próprio leitor. O livro narra episódios do dia a dia dos tripulantes nos voos, nos pernoites, os fatos inusitados e situações que teriam sido trágicas se não tivessem sido hilárias; e, claro, também revela “alguns segredos” dentro das próprias histórias.  O objetivo, além de mostrar a realidade de uma profissão fascinante, de levar informações para aqueles que desejam e irão ingressar nessa cobiçada carreira, é também de perpetuar histórias de uma estrela única – a Varig – que, segundo ele, vai continuar brilhando no coração de todos aqueles que um dia voaram na maior e melhor companhia aérea da América do Sul. Para um comissário de voo deveras intrigante, apenas duas palavras podem descrevê-lo no voo: Apaixonado e Apavorado. Por essa mistura de sentimentos já dá para se ter uma pequena ideia do que espera o Leitor nas paginas de Bem-Vindo a Bordo! Fernanda Carriço Jornalista – MTB/RJ 30.284.

Sobre o Autor:

É tão aéreo que poderia trocar seu sobrenome de VIVARINIpara VOARINI. Não bastasse muitas vezes viver no “mundo da lua”, acabou por algum tempo “morando” mais perto dela. Mário Vivarini, 51 anos, petropolitano, é formado em fisioterapia pela UCP. Atendeu dois pacientes e viu que esta não era a sua vocação. Foi bancário, vendedor, bell boy, guia turístico, Comissário de Bordo, empresário, propagandista e gerente de laboratório. Mas também não encontrou essas profissões o seu verdadeiro dom. Voar não seria a sua vocação? Acrofóbico de carteirinha, afirma que voar é uma PAIXÃO. Assim como Santos Dumont, voou lutando contra o PAVOR de altura e venceu. Ás vezes é difícil para algumas pessoas admitirem que só agora, após os 50, descobrirem sua real vocação, mas… enfim o encontro. No ano de 2011 decidiu abrir mão de um excelente emprego para apostar em um sonho: tornar-se escritor. Alguns disseram: – É loucura! Tarde demais! Mas nunca é tarde quando se está vivo para sonhar. Muitos passam a vida inteira procurando e morrem sem descobrirem o que de fato lhes fazem verdadeiramente felizes.

Bem Vindo a Bordo