capa_saga_adrianoSobre a Obra:

A SAGA DO ADRIANO III – Como nascem nossas estórias: De novo obtivemos um tremendo sucesso na realização do Terceiro Encontro dos Petroduteiros, desta vez na Boa Terra, na maravilhosa Ilhéus, berço do nosso muso inspirador, Jorge Amado, com um número recorde de Participantes Petroduteiros (102), além de seis convidados e que totalizaram 231 corações, mentes e corpos transbordando de alegria, numa confraternização que deixou saudades em todos! Mesmo com a chuva, que desabou, em forma de temporal, a partir da chegada de uma van, trazendo vários amigos, entre eles, o nosso amigo Regivaldo, nordestino da gema, de Sergipe, fato que observamos e fazemos questão de registrar, terá sido mera coincidência? Achamos que não, pois foi só o Regivaldo ir embora, na segunda-feira, que o sol voltou a brilhar… Com ou sem chuva, que prejudicou mais as Delegadas de Polícia presentes, posto que não puderam aproveitar as delícias do sol e da praia da Boa Terra, voltando, todas, para casa, mais brancas do que quando chegaram, a “gambazada” (como nos trata, o nosso Controlador Oficial das Nossas Caninhas Abençoadas – CONCA – Nhén), pôde degustar, à vontade, as famosas Caninhas do Brasil, dispostas em mesas e balcões estrategicamente montados, bem próximos ao “ninho dos gambás”, sendo sorvidas antes das principais refeições, que merecem uma lembrança e destaque, pela fartura e variedade dos pratos! Porém, em meio a tanta algazarra e felicidade, registramos a ausência intempestiva, de dois nobres amigos, o Paulo Manuel e o Dr. Bogado! Ao primeiro, nossos sentimentos, pela perda de um ente querido, exatamente quando estava, com toda a família, no aeroporto, se preparando para embarcar para Ilhéus, tendo que, por mais que justa razão, cancelar a viagem e a participação no nosso III Encontro dos Petroduteiros! Já com o segundo, acreditem, pois não é piada, aconteceu, mesmo: perdeu o voo (e o III Encontro), porque foi para o aeroporto errado! Explicamos: o Bogado costuma usar muito a ponte aérea Rio-São Paulo, cujo embarque se dá no aeroporto Santos Dumont. E, tão acostumado com isto estava, que, no dia da viagem para Ilhéus, para lá se dirigiu, em cima da hora, como sempre faz, para ir para São Paulo.Quando foi fazer o “check-in”, percebeu que o voo dele saía do Galeão! E não teve jeito, pois não dava mais tempo de ir do Santos Dumont ao Galeão, a tempo de embarcar no voo dele! Para piorar, nem mais vagas havia, em outros voos, para Ilhéus! O Bogado jurou que nunca mais vai deixar de olhar o bilhete, para ver onde é o local (aeroporto) de embarque, em qualquer voo que venha a fazer, depois dessa, um “micão”, dos grandes, que ele pagou..”

A Saga do Adriano III