A-Saga-do-Adriano-IISobre a obra:

Este Livro é dedicado a todos os “Peões de Trecho”, que deram seu suor, lágrimas, alguns, até mesmo a própria vida, na construção de dutos e terminais de petróleo e gás e demais instalações da indústria do petróleo, seja em terra, e / ou no mar, em todas as partes dessa nossa imensa nação chamada Brasil

Sobre o Autor:

Francisco de Assis Peixoto (Francisco Peixoto, Chiquinho, Xikim, agora, Chico Pimenteiro) é nascido no Córrego de Águas Claras, hoje distrito do Anta, registrado em Imbé de Minas-MG, mas criado em Inhapim, “pertim” de Caratinga, Ipatinga e Gov. Valadares.
Foi sacristão nas missas, onde roubava o vinho e acrescentava água ao “restim” do mesmo. Foi, também, engraxate de porta de igreja, padeiro, trabalhou no cinema (como baleiro), onde aprendeu a projetar filmes. Escreveu e atuou na peça de teatro estudantil “Dois perdidos de cara suja”. Desapareceu da cidade, depois disso, indo concluir seus estudos em Belo Horizonte, nunca mais retornando à sua cidade natal.
Entrou para o Serviço de Engenharia – SEGEN – atual ENGENHARIA, da PETROBRAS, em janeiro de 1974, e sempre trabalhou em obras de dutos (terrestres e marítimos), por este Brasil afora. Participou da criação e edição de vários artigos para o jornal A FOLHA, em 1990.
Tem uma veia meio cigana, nômade, que lhe fez passar por três casamentos e incontáveis noivados. Pai de três filhos. Hoje todos eles são ligados às artes, inclusive Chico Félix, famoso cartunista da revista MAD e outras publicações, inclusive na Inglaterra, Portugal e USA.
Aposentou-se da BR em junho de 1996 fundando, junto com vários colegas (técnicos e engenheiros, também recém-aposentados), a empresa ACV TECLINE LTDA.

Alberto Lopes é mineiro, nascido e criado, até seus quase 23 anos, em Belo Horizonte, cidade para a qual nunca mais regressou, a não ser para visitar seus parentes, todos radicados lá.
Egresso, como a maioria de seus pares, do CEFET/MG, ingressou na PETROBRAS em 1978, por concurso público, começando sua saga laboral por Macaé, passando por Linhares/ES, indo até João Pessoa, de lá saindo “rapidim”, parando, novamente, em Linhares e retornando para Macaé em 1988.
De lá saiu somente 10 anos depois, mas não sem, antes, pressionado por parentes, ter tentado um regresso à terrinha, em 1992, na qual ficou pelo tempo recorde de apenas 5 meses!
Com os filhos criados, deu um salto para a maior aventura laboral e até pessoal de sua vida, a qual se dispôs a realizar sozinho: a participação na construção do Gasbol, lá pras bandas do Pantanal, no Mato Grosso do Sul.
De lá, partiu para o “Sul maravilha”, deixando sua ex, da qual se separara em 1999, mais os três filhos do casal, o mais velho, Rogério, ingresso, assim como o pai, por concurso público, na PETROBRAS – E&P – BC, em 2004, para orgulho pessoal de seu pai, mais as duas filhas, Tatiana e Juliana, formadas, respectivamente, em 2008 e 2010, em Administração e Geofísica, ambas pela UFF, prenunciando que a PETROBRAS ganhará, em breve, mais dois membros egressos dessa família.

A Saga do Adriano II